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Vôlei · Supercopa feminina

Praia Clube e Osasco decidem a Supercopa feminina na sexta, às 21h, no Castelinho, em São Luís

Campeão da Superliga contra campeão da Copa Brasil; Rui Moreira pede “pés no chão”, e Osasco chega com o título paulista conquistado no golden set

Por Redação TV Arena15/10, 07h20
Arte: TV Arena Esportes.

Praia Clube e Osasco disputam a Supercopa feminina de vôlei na sexta-feira (16), às 21h, no Ginásio Castelinho, em São Luís (MA), com transmissão do sportv2, segundo O Tempo e o Imirante. O jogo único reúne o campeão da Superliga 2025/26, o Praia, e o vencedor da Copa Brasil, o Osasco São Cristóvão Saúde. Os ingressos são vendidos pelo site TicketBolt e na sede da Federação Maranhense de Voleibol, na Arena Domingos Leal, na Lagoa da Jansen.

O Praia é o maior vencedor da Supercopa, com quatro títulos seguidos, de 2018 a 2021, e venceu a última final contra o Osasco na competição, em 2018, por 3 a 1, de acordo com O Tempo. O time de Uberlândia chega com o título mineiro, conquistado com vitória por 3 a 2 sobre o Minas na final, e venceu todos os jogos da pré-temporada contra Fluminense e Flamengo. A delegação viajou na quarta (14) e faz o último treino nesta quinta.

O técnico Rui Moreira evitou o favoritismo. “Temos que manter os pés no chão e perceber que as vitórias do passado não nos dão garantia de uma vitória no futuro”, disse ao jornal mineiro. “O grupo está bem, unido e trabalhando bem.” Será o primeiro encontro entre as equipes na temporada; no último, em março, pelo returno da Superliga, o Osasco venceu por 3 a 1.

O Osasco, de Luizomar de Moura, foi campeão paulista pela 19ª vez na terça (13), na Arena Paulo Skaf, em Bauru: perdeu o segundo jogo da final para o Sesi Bauru por 3 sets a 1 (25/15, 21/25, 25/17 e 25/23), mas venceu o golden set por 25 a 21, segundo o Imirante. Entre as principais jogadoras estão as opostas Magdalena Stysiak, da Polônia, e Lorrayna da Silva, a ponteira Amanda Campos e a central Larissa Besen.

A oposta Tifanny, de 41 anos, destaque do título paulista, não pode jogar a Supercopa: a CBV adotou em agosto a política do Comitê Olímpico Internacional, que exige teste genético negativo para o gene SRY nas competições nacionais femininas, e a atleta viaja com a comissão técnica. “Pode ser meu último jogo, né?”, disse depois da final em Bauru, segundo o Imirante. “Mas eu ainda vou lutar, porque eu quero jogar a Superliga este ano antes de me aposentar.” Ela estuda recorrer à Justiça.

A Supercopa é o último compromisso antes da Superliga feminina 2026/27. No masculino, o Paulista é decidido no sábado (17), às 21h, no Taquaral, em Campinas, onde o Vôlei Renata pode ser campeão contra o Suzano depois de vencer o jogo 1 por 3 a 1.

Informações de O Tempo, Imirante e Imirante (Tifanny).